Como não tem mandíbula, para se defender do perigo ou pelo menos enganar predadores, a estratégia é intragável. O truque está na sua estrutura corporal na qual o seu corpo possui glândulas de proteínas lateralmente dispostas que liberam uma liberam uma gosma que ao contato com a água torna-se extremamente viscosa, formando uma enorme massa gosmenta. Mas não pensem que é pouca gosma, não! A quantidade que um myxini libera é inacreditável. Um único indivíduo possui centenas de quilômetros de filamentos de muco dentro de seu superprotegido corpo. O fenômeno é também quase instantâneo, é só sentir o perigo que em questão de segundos tudo em volta do peixe se torna gosmento e viscoso. Segurá-lo neste momento é muitíssimo difícil. Caso um tubarão tente morder um myxini, sua boca e suas guelras serão rapidamente cobertas pelo muco, e caso ele não desista imediatamente do ataque pode morrer asfixiado
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Myxini
Como não tem mandíbula, para se defender do perigo ou pelo menos enganar predadores, a estratégia é intragável. O truque está na sua estrutura corporal na qual o seu corpo possui glândulas de proteínas lateralmente dispostas que liberam uma liberam uma gosma que ao contato com a água torna-se extremamente viscosa, formando uma enorme massa gosmenta. Mas não pensem que é pouca gosma, não! A quantidade que um myxini libera é inacreditável. Um único indivíduo possui centenas de quilômetros de filamentos de muco dentro de seu superprotegido corpo. O fenômeno é também quase instantâneo, é só sentir o perigo que em questão de segundos tudo em volta do peixe se torna gosmento e viscoso. Segurá-lo neste momento é muitíssimo difícil. Caso um tubarão tente morder um myxini, sua boca e suas guelras serão rapidamente cobertas pelo muco, e caso ele não desista imediatamente do ataque pode morrer asfixiado
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Vamos ajudar nossos animais
Alguns dos nossos animais marinhos estão correndo o risco de extinção,um problema muito grave que ocorre no nosso planeta.
COMO NÓS PODEMOS AJUDAR?
COMO NÓS PODEMOS AJUDAR?
- Podemos ajudar não poluindo o mar
- Não matar de jeito nenhum os animais
- Se saber que alguém pratica essa ação,busque provas e denuncie
VAMOS TODOS AJUDAR NOSSOS ANIMAIS!!!
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Ostra do mar
As ostras são moluscos pertencentes à família Ostreidade e à ordem Ostreoida. Estes moluscos se desenvolvem em águas marinhas dentro de conchas de formatos irregulares e desiguais entre si. Estas conchas são muito calcificadas e se mantêm fechadas graças a um músculo adutor. Seu corpo é mole e é constituído de boca, estômago, coração, intestino, rins, gônadas (órgãos sexuais), guelras, músculo adutor, ânus e manto.
As ostras podem ser encontradas em todos os mares do mundo, menos em águas muito frias e/ou poluídas. No início, estes moluscos vivem soltos nas águas e na areia e com o passar do tempo fixam-se nas rochas. Seus principais predadores são, além do homem, diversas espécies de peixes, a estrela do mar, caranguejos e outros tipos de moluscos. Hoje, os maiores produtores de ostras são: Portugal, Itália, França, Inglaterra, Holanda e Bélgica.
Quando precisa se alimentar, a ostra abre as conchas e suga a água para dela retirar seus nutrientes (plâncton, algas e alimentos diversos em suspensão) que ficam presos no seu muco e de lá são transportados até a boca. Quando a temperatura passa dos 10°C, as ostras costumam ingerir mais alimentos, chegando a filtrar, cada uma delas, até 5 litros de água por hora
A ostra não é o único molusco capaz de fazer pérolas (o mexilhão também pode, por exemplo, embora isto ocorra muito mais raramente). A “fabricação” da pérola se dá quando alguma substância estranha entra em contato com o corpo da ostra. Como conseqüência, a ostra produz uma espécie de resina chamada de madrepérola que envolve o agente invasor, seja ele sólido ou líquido. Com o passar do tempo, a crescente solidificação da madrepérola transforma-se em pérola, cujas cores podem ser bem variadas: preta, branca, cinza, vermelha, azul e verde. As pérolas utilizadas para fazer jóias são aquelas com formato bem esférico e feitas por um tipo especial de ostras chamadas de ostras aladas.
Existe no Pacífico Sul, um tipo de ostra gigante chamada Tridacna, seu peso pode chegar a 500 kg. Este animal se alimenta de algas que nascem no interior de sua concha e a ostra também produz substâncias úteis às algas, constituindo, assim, uma relação perfeita.
Apesar da aparência não muito agradável, a ostra é um molusco muito apreciado na culinária por diversos povos (há evidências de caçadores de ostras em várias civilizações costeiras da pré-história). É um animal rico em zinco, um dos nutrientes requeridos para a produção detestosterona (hormônio masculino).
FONTE:InfoEscola
As ostras podem ser encontradas em todos os mares do mundo, menos em águas muito frias e/ou poluídas. No início, estes moluscos vivem soltos nas águas e na areia e com o passar do tempo fixam-se nas rochas. Seus principais predadores são, além do homem, diversas espécies de peixes, a estrela do mar, caranguejos e outros tipos de moluscos. Hoje, os maiores produtores de ostras são: Portugal, Itália, França, Inglaterra, Holanda e Bélgica.
Quando precisa se alimentar, a ostra abre as conchas e suga a água para dela retirar seus nutrientes (plâncton, algas e alimentos diversos em suspensão) que ficam presos no seu muco e de lá são transportados até a boca. Quando a temperatura passa dos 10°C, as ostras costumam ingerir mais alimentos, chegando a filtrar, cada uma delas, até 5 litros de água por hora
A ostra não é o único molusco capaz de fazer pérolas (o mexilhão também pode, por exemplo, embora isto ocorra muito mais raramente). A “fabricação” da pérola se dá quando alguma substância estranha entra em contato com o corpo da ostra. Como conseqüência, a ostra produz uma espécie de resina chamada de madrepérola que envolve o agente invasor, seja ele sólido ou líquido. Com o passar do tempo, a crescente solidificação da madrepérola transforma-se em pérola, cujas cores podem ser bem variadas: preta, branca, cinza, vermelha, azul e verde. As pérolas utilizadas para fazer jóias são aquelas com formato bem esférico e feitas por um tipo especial de ostras chamadas de ostras aladas.
Existe no Pacífico Sul, um tipo de ostra gigante chamada Tridacna, seu peso pode chegar a 500 kg. Este animal se alimenta de algas que nascem no interior de sua concha e a ostra também produz substâncias úteis às algas, constituindo, assim, uma relação perfeita.
Apesar da aparência não muito agradável, a ostra é um molusco muito apreciado na culinária por diversos povos (há evidências de caçadores de ostras em várias civilizações costeiras da pré-história). É um animal rico em zinco, um dos nutrientes requeridos para a produção detestosterona (hormônio masculino).
FONTE:InfoEscola
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Água-viva
A água-viva é uma das criaturas mais bonitas, estranhas e misteriosas que existem.Tão perigosas quanto bonitas.
A água-viva existe há mais de 650 milhões de anos e existem milhares de espécies diferentes. A maioria é transparente e tem o formato de um sino.
As águas-vivas são animais marinhos, que variam bastante de tamanho.
Existem algumas de menos de 2 centímetros, e outras com mais de 2 metros de diâmetro, com tentáculos de até 40 metros de comprimento.
Existem algumas de menos de 2 centímetros, e outras com mais de 2 metros de diâmetro, com tentáculos de até 40 metros de comprimento.
Na grande maioria a locomoção depende da das correntes pois não têm forças para ir contra a correnteza, mas algumas água-vivas conseguem nadar lançando um jato de água, e essas podem nadar contra a corrente.
A água-viva é um animal marinho do filo Cnidaria, que existe nas classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa.
A boca fica no centro do corpo, na parte de baixo, entre os tentáculos.
São parentes da água-viva os corais, anêmonas do mar e a caravela-portuguesa.
A água-viva é um animal que tem o corpo composto por cerca de 98% de água. Se ela encalhar na praia, praticamente irá desaparecer à medida que a água evaporar.
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