sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Myxini


myxini01                                            

myxini03Os myxini, mais conhecidos como peixe  bruxa são animais marinhos que vivem em altas profundidades se alimentando de restos de outros peixes. São da superclasse dos agnatos, ou seja, ele não tem mandíbula. Ao invés disso, a boca desse peixe é rodeada por dois pares de tentáculos e armada interiormente com uma placa de cartilagem com dois dentes em forma de pente, uma “língua-raspadora”, mas pela falta de mandíbula, não pode morder. O corpo do peixe-bruxa é cilíndrico alongado como o corpo de uma cobra, mas não possuem escamas, a pele é totalmente lisa.

Como não tem mandíbula, para se defender do perigo ou pelo menos enganar predadores, a estratégia é intragável. O truque está na sua estrutura corporal na qual o seu corpo possui glândulas de proteínas lateralmente dispostas que liberam uma liberam uma gosma que ao contato com a água torna-se extremamente viscosa, formando uma enorme massa gosmenta. Mas não pensem que é pouca gosma, não! A quantidade que um myxini libera é inacreditável. Um único indivíduo possui centenas de quilômetros de filamentos de muco dentro de seu superprotegido corpo. O fenômeno é também quase instantâneo, é só sentir o perigo que em questão de segundos tudo em volta do peixe se torna gosmento e viscoso. Segurá-lo neste momento é muitíssimo difícil. Caso um tubarão tente morder um myxini, sua boca e suas guelras serão rapidamente cobertas pelo muco, e caso ele não desista imediatamente do ataque pode morrer asfixiado

 A gosma é tão poderosa, que atualmente cientistas estão estudando a possibilidade de produzir artificialmente as proteínas que são encontradas no muco do peixe-bruxa em laboratório e aplicar suas propriedades em roupas esportivas ou, ainda, em coletes de proteção contra armas. A maior dificuldade é que esses animais só produzem a proteína em seu habitat natural. Confira as imagens e veja se você encararia um peixe-bruxa!

Resultado de imagem para peixe bruxa             FONTE:DIARIO DA BIOLOGIA




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Vamos ajudar nossos animais

Alguns dos nossos animais marinhos estão correndo o risco de extinção,um problema muito grave que ocorre no nosso planeta.

COMO NÓS PODEMOS AJUDAR?


  • Podemos ajudar não poluindo o mar 
  • Não matar de jeito nenhum os animais  
  • Se saber que alguém pratica essa ação,busque provas e denuncie
Quem mata nossos animaizinhos é punido,da cadeia por tirar a vida desses animais.


                       VAMOS TODOS AJUDAR NOSSOS ANIMAIS!!!

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Ostra do mar

As ostras são moluscos pertencentes à família Ostreidade e à ordem Ostreoida. Estes moluscos se desenvolvem em águas marinhas dentro de conchas de formatos irregulares e desiguais entre si. Estas conchas são muito calcificadas e se mantêm fechadas graças a um músculo adutor. Seu corpo é mole e é constituído de boca, estômago, coração, intestino, rins, gônadas (órgãos sexuais), guelras, músculo adutor, ânus e manto.

As ostras podem ser encontradas em todos os mares do mundo, menos em águas muito frias e/ou poluídas. No início, estes moluscos vivem soltos nas águas e na areia e com o passar do tempo fixam-se nas rochas. Seus principais predadores são, além do homem, diversas espécies de peixes, a estrela do mar, caranguejos e outros tipos de moluscos. Hoje, os maiores produtores de ostras são: Portugal, Itália, França, Inglaterra, Holanda e Bélgica.

Quando precisa se alimentar, a ostra abre as conchas e suga a água para dela retirar seus nutrientes (plâncton, algas e alimentos diversos em suspensão) que ficam presos no seu muco e de lá são transportados até a boca. Quando a temperatura passa dos 10°C, as ostras costumam ingerir mais alimentos, chegando a filtrar, cada uma delas, até 5 litros de água por hora

A ostra não é o único molusco capaz de fazer pérolas (o mexilhão também pode, por exemplo, embora isto ocorra muito mais raramente). A “fabricação” da pérola se dá quando alguma substância estranha entra em contato com o corpo da ostra. Como conseqüência, a ostra produz uma espécie de resina chamada de madrepérola que envolve o agente invasor, seja ele sólido ou líquido. Com o passar do tempo, a crescente solidificação da madrepérola transforma-se em pérola, cujas cores podem ser bem variadas: preta, branca, cinza, vermelha, azul e verde. As pérolas utilizadas para fazer jóias são aquelas com formato bem esférico e feitas por um tipo especial de ostras chamadas de ostras aladas.

Existe no Pacífico Sul, um tipo de ostra gigante chamada Tridacna, seu peso pode chegar a 500 kg. Este animal se alimenta de algas que nascem no interior de sua concha e a ostra também produz substâncias úteis às algas, constituindo, assim, uma relação perfeita.

Apesar da aparência não muito agradável, a ostra é um molusco muito apreciado na culinária por diversos povos (há evidências de caçadores de ostras em várias civilizações costeiras da pré-história). É um animal rico em zinco, um dos nutrientes requeridos para a produção detestosterona (hormônio masculino).

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FONTE:InfoEscola

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Água-viva

  A água-viva é uma das criaturas mais bonitas, estranhas e misteriosas que existem.Tão perigosas quanto bonitas.
A água-viva existe há mais de 650 milhões de anos e existem milhares de espécies diferentes.  A maioria é transparente e tem o formato de um sino.
As águas-vivas são animais marinhos, que variam bastante de tamanho.
Existem algumas de menos de 2 centímetros, e outras com mais de 2 metros de diâmetro, com tentáculos de até 40 metros de comprimento.                                         
Na grande maioria a locomoção depende da das correntes pois não têm forças para ir contra a correnteza, mas algumas água-vivas conseguem nadar lançando um jato de água, e essas podem nadar contra a corrente.
A água-viva é um animal marinho do filo Cnidaria, que existe nas classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa.
  A boca fica no centro do corpo, na parte de baixo, entre os tentáculos.
  São parentes da água-viva os corais, anêmonas do mar e a caravela-portuguesa.
 A água-viva é um animal que tem o corpo composto por cerca de 98% de água. Se ela encalhar na praia, praticamente irá desaparecer à medida que a água evaporar.
colorida água viva luminosa   medusa iluminada         medusa brilhante    fonte:Bio Curiosidade

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Cavalo-marinho

    O cavalo-marinho (Hippocampus) é um peixe ósseo, da família Syngnathidae.    

    Existem 32 espécies diferentes de cavalos-marinhos nos mares de regiões de clima tropical e temperado, em profundidades que variam de 8 a 45 metros.  
   
     Todas as espécies são consideradas vulneráveis por órgãos de proteção à natureza.    

       
     Em todas as fases de sua vida, possui hábitos alimentares carnívoros, alimentando-se de pequenos crustáceos,moluscos e vermes, que são sugados por seu focinho tubular. Só comem alimentos que se movimentam.
  
                         
     

 hippocampus laranjado  O cavalo-marinho possui uma cabeça alongada, muito parecida com a cabeça dos cavalos, inclusive a crina. Sua semelhança com o cavalo deu origem ao nome. O corpo desse pequeno e delicado peixe é coberto por placas em forma de anel. Possuem ainda a barbatana dorsal redonda e minúsculas nadadeiras peitoral e anal. Esse peixe pode medir entre 15 cm e 18 cm.
Assim como os camaleões, os cavalos-marinhos mudam de cor e movimentam seus olhos saltados em diferentes direções, independentes um do outro. O cavalo-marinho é o único peixe que possui a cabeça perpendicular ao corpo
Para nadar, o cavalo-marinho vibra as barbatanas dorsais com velocidade. Nada na posição vertical, e possui uma cauda preênsil com a qual se agarra em plantas marinhas no momento em que se alimentam.   

    A reprodução desse peixe é fora do comum, pois é o macho da espécie que gera os filhotes. A fêmea, no momento da cópula, transfere os ovos de sua bolsa incubadora para dentro da bolsa incubadora do macho. A fecundação ocorre dentro da bolsa incubadora do macho, no momento que ele libera o esperma. Essa bolsa fica na região ventral da cauda. A gestação dura dois meses, geralmente na primavera. No momento do nascimento, os ovos eclodem dentro da bolsa incubadora. O macho se contorce violentamente para expelir os filhotes, em média 500 por gestação.
Os filhotes nascem com menos de 1 cm, transparentes. Apesar de sua fragilidade, já se tornam completamente independentes dos pais ao nascer. A primeira coisa que fazem é subir a superfície para encher as bexigas natatórias de ar, para que tenham equilíbrio ao nadar. Apenas 3% dos filhotes sobrevivem aos predadores naturais.
   

  
       A viviparidade é definida como o nascimento de filhotes bem desenvolvidos e ativos e está associada com a fecundação interna e o desenvolvimento embrionário e fetal no interior do corpo de um dos pais.
Os organismos em que ocorre esse tipo de incubação têm custos energéticos elevados e riscos maiores de predação. Embora os organismos vivíparos apresentem tamanhos reduzidos de ninhada se comparados com espécies que se reproduzem por meio de ovos (ovíparas), a viviparidade permite uma maior sobrevivência da prole, pois minimiza a influência ambiental durante o desenvolvimento embrionário.
A viviparidade é encontrada em apenas 2-3% das cerca de 30 mil espécies de peixes conhecidas
A viviparidade é encontrada em 54 famílias de peixes, mas ocorre em apenas 2-3% das cerca de 30 mil espécies conhecidas. Como essas espécies não possuem útero, o desenvolvimento da prole ocorre na cavidade ovariana ou folicular.
       A nutrição embrionária pode ocorrer através do vitelo, de outros ovos ou mesmo de outros embriões. Em algumas espécies os recursos alimentares e os gases respiratórios são fornecidos aos embriões através de estruturas epidérmicas, de projeções intestinais, de pseudoplacentas foliculares ou de estruturas similares a placentas, mas que possuem vitelo.
     

Um dos pais que mais viajam para proteger os filhotes é o cavalo-marinho, que choca os ovos numa bolsa em sua barriga.
A fêmea põe milhares de ovos na bolsa do macho, que os fecunda e protege os embriões até furarem a casca. O fundo da bolsa segrega um fluido nutritivo que alimenta os filhotes. Depois de cerca de duas semanas, uma ninhada de cavalos-marinhos em miniatura é expelida por uma série de contrações da bolsa.


O cavalo-marinho é o exemplo mais conhecido de "gravidez" no macho, mas houve adaptações semelhantes em inúmeros parentes seus, inclusive o peixe-trombeta, que vive entre as plantas aquáticas da costa oeste da Suécia.
Os biólogos que estudam esses peixes descobriram que, nessa espécie, a troca dos papéis sexuais é quase completa.
Na maioria dos animais, o macho inicia a corte e o acasalamento e a fêmea é exigente na escolha do parceiro. No caso dos cavalos marinhos, não há machos suficientes para chocar todos os ovos das fêmeas. Portanto, o macho é muito procurado, e é a fêmea que faz a corte.
  
Fonte:

  • Curiosidades biológicas

   

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dia mundial da tartaruga


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   Dia 16 de junho é o dia dos bichinhos mais espetaculares  e dóceis,as tartarugas.   


     A tartaruga marinha é um réptil marinho vertebrado das famílias CheloniidaeDermochelyidae que está ameaçado de extinção. Esse animal tem uma casca que cobre seu corpo e que lhe serve de casa. Têm bicos serrados e escamas sobre a cabeça.    
     Existe um fóssil de uma tartaruga marinha que acredita-se que seja o mais antigo. O fóssil tem pelo menos 110 milhões de anos, foi encontrado no interior do Ceará, em Santana do Cairiri, na Chapada do Araripe.  Este fóssil foi batizado de Santanachelys gaffneyi. Em Santanachelys  foi possível constatar que as tartarugas marinhas atuais não sofreram muitas modificações desde de os registros mais antigos. Esse animal viveu na terra e devido à necessidade de alimento passou a viver no mar. 
      Os quelônios sofreram diversas adaptações que os permitiram sobreviver tanto tempo em ambientes diferentes: diminuíram o numero de vértebras, ocorreu a fusão das costelas onde foi formada a carapaça óssea com revestimento córneo; as tartarugas marinhas ganharam um casco mais achatado contribuindo para hidrodinâmica e nadadeiras ao invés de patas. 
      No período Cretáceo existiam 4 famílias de tartarugas marinhas (ToxochelyidaeProtostegidae,Cheloniidae e Dermochelyidae ) no qual destas família apenas duas permanecem até os dias atuais (Cheloniidae e Dermochelyidae).   
     Esse animal tem olfato, audição e visão muito desenvolvidos. Atualmente, as tartarugas marinhas podem medir 2 metros e chegam a 600 kg (existem registros de uma tartaruga com quase uma tonelada). Elas vivem nas águas tropicais, principalmente no litoral. No Brasil são encontradas principalmente em Recife.      
     São carnívoras ou vegetarianas dependendo da espécie.
  • Carnívoras: alimentam-se principalmente de águas vivas, peixes e outros animais do mesmo porte. Devido à contaminação no litoral, essas tartarugas confundem águas vivas com plástico e acabam morrendo engasgadas ou com problemas intestinais.  
  • Vegetarianas: comem principalmente algas, o que cria condições para viverem no litoral brasileiro.
      O acasalamento ocorre quando a fêmea escolhe o macho para “namorar” sendo que uma fêmea pode acasalar com vários machos. A fêmea lembra-se exatamente onde nasceu e volta ao mesmo local para botar seus ovos. Uma fêmea chega a botar ovos de 4 a 6 vezes por temporada, com 60 a 120 ovos por ninho. Os ovos demoram cerca de 50 dias para eclodirem, porém mais da metade dos ninhos não tem condições para a incubação dos ovos. Outro fator que impede o nascimento é o fato de alguns caranguejos e aves comerem os ovos quando acham um ninho.   
      Após o nascimento, os filhotes vão para a praia, porém muitos morrem no caminho já que existem aves, lagartos e outros animais à espera para devorá-los. Após estarem na água, têm de passar por outros obstáculos, como peixes e lulas. Após crescidos, seus predadores são os tubarões e algumas baleias.
       A atual taxonomia reconhece 7 espécies de tartarugas marinhas:
     Alguns especialistas ainda consideram uma oitava espécie, a Chelonia agassizi (tartaruga negra).    
      As tartarugas podem viver mais de 120 anos
    Fonte:
  InfoEscola    
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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Peixe-Papagaio-azul


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    Nome Comum : Papagaio azul / Blue parrotfish (ing.)
    Nome Científico : Scarus trispinosus
    Família : Scaridae

    Distribuição Geográfica
    Em mares tropicais do Atlântico ocidental, no Brasil ocorre do Norte ao Sudeste.

                      Descrição
Corpo alongado, e pouco comprimido lateralmente. Nos adultos o focinho é praticamente reto e a nadadeira caudal possui os lóbulos superior e inferior alongados. A coloração nos adultos é azul escuro.
Medidas máximas: 120,0 cm de comprimento e 18,0 kg.

                      Ecologia
Peixes costeiros de águas rasas, vivem geralmente em fundos de coral quase sempre solitários ou em pequenos grupos. Alimentam-se de algas e corais, e até pequenos invertebrados escondidos na areia. A noite se escondem em pequenas tocas onde se protegem com um muco ao redor do corpo, como se fosse uma capa de proteção.

   Mais nomes populares : Bodiano, Bodião e Budião azul.

    

   Fonte: Mares  e  Oceanos               
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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Estrela-da-mar


     

   

Equinodermos

    São metazoários que tem um esqueleto interno encrustrado de sais calcários. No caso específico da estrela do mar, o esqueleto é formado por placas de carbonato de cálcio .Ainda comum à todos os equinodermos é a disposição raiada ou simétrica do corpo, o que as vezes verifica também nos órgãos internos . 
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o sistema aquífero

     Pelos seus tubos circula água salgada.   
     Penetra pela placa madrepórica (placa calcária porosa existente no disco superior de uma estrela do mar) , em contato com essa placa fica o tubo pétreo, pelo qual a água circula e passa ao tubo anelar, que rodeia o esôfago.   
     De dentro deste canal aquífero partem cinco canais radiais, que percorrem, dentro do sulco mediano, toda longitude dos braços.  
     Ao longo de cada canal radial há uma série de outros canais laterais, que terminam em uma expansão cilíndrica contrátil em cuja extremidade há um pequeno disco adesivo.   
      O aprelho aquífero, assim constituído, promove a locomoção, fixação do animal e apreensão de alimentos.
      O movimento dos cílios vibráteis que forram estes cílios determinam a direção do fluxo da água.
   
      Quando um braço de uma estrela quebra, ele se regenera, e do pedaço quebrado forma-se outra estrela.         

     São mais comuns as de 5 braços, embora algumas cheguem a ter até 50 braços.
Se alimentam de moluscoscrustácios, esponjas e corais.
      
     Quando um braço de uma estrela quebra, ele se regenera, e do pedaço quebrado forma-se outra estrela.
     Não possui cabeça e nem cauda; seu corpo consiste de duas partes: o disco central com a boca e o ânus; e os braços, que têm carreiras de pequenos pés tubulares capazes de movimentá-la.
     

     Fonte:Curiosidades  Biológicas
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